"Gestão Estratégica é uma forma de acrescentar novos elementos de reflexão e ação sistemática e continuada, a fim de avaliar a situação, elaborar projetos de mudanças estratégicas e acompanhar e gerenciar os passos de implementação (Campos, 2009). O processo de administração estratégica visa manter uma organização como um conjunto integrado ao seu ambiente, num processo evolutivo, contínuo e iterativo. Este significado conduz, no seu escopo, a ideia de que a administração estratégica é, sobretudo, a administração da mudança (Ansoff, 1981 apud Carvalho, 2000)."
Um dos problemas crônicos na gestão de pesquisa no país (e já tratado por outros textos aqui no blog) é a falta de uma estratégia consistente para o crescimento da área de pesquisa. Durantes os anos que estive na Universidade, ouvi de muitos que a parceria público/privada iria engessar os processos e diminuir a autonomia da universidade. Pode até acontecer e isso irá depender exclusivamente de uma legislação bem feita.
Porém, um dos pontos positivos se esta parceria for avante, seria uma melhor planejamento estratégico do setor.
Nossos pesquisadores são excelentes quando se trata de ciência e de capacidade analítica, entretanto deixam a desejar quando falamos em administração de recursos humanos e planejamento estratégico. Uma aproximação com o setor privado, também atrairia recursos e taletos da área de gestão, potencializando a capacidade de nossos pesquisadores.
Além disso, este tipo de parceria, iria aumentar os setores de P&D nas empresas brasileiras, gerando uma maior oferta de emprego aos inúmeros doutores recém inseridos no mercado.
Desta forma, cabe um cobrança para uma regulamentação eficiente, pois o caminho para que o Brasil se torne a potencia que tanto se deseja, inclui o aumento da P&D nas empresas.
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